December 10, 2013

A minha história de amor #2

A maior parte das vezes escrevo-te sendo politicamente correta. As palavras surgem, e dou-lhes um arranjo (torno-as mais bonitas). Mas hoje não quero isso. Quero falar-te diretamente, sem rodeios, sem palavras meias. Não quero repensar no que digo. Quero dizer-te tudo... quero dizer-te o que sinto. Dizer-te que quando não estás fazes falta, que quando os dias são frios queria ter-te abraçado a mim. Contar-te que a falta que me fazes existe a partir do momento em que tens de te ir embora, a partir do minuto em que me vires as costas e me dizes um simples até já. A vontade de permanecer do teu lado sem tempo marcado, sem o relógio a fazer tic-tac torna-se sempre maior, e quanto a isso não há nada que se possa fazer. E eu não sabia que me irias fazer falta... eu nem queria que o meu coração ficasse preenchido, quanto mais com a força com que está. 



Apareceste e não me pediste nada... Só o número de telemóvel. E talvez tenha sido aí que o destino fez das suas e te colocou mesmo no meu caminho... As brincadeiras, as piadas, as conversas mais sérias, foram-me aproximando, e foram-te aproximando. Sem querer apareciam umas atrás das outras. Tantas....

Que te trouxeram, te fizeram chegar até mim... que te fazem ficar. Os teus beijos, os teus abraços, as mãos que percorrem o meu corpo, o teu olhar preso no meu, o teu toque. Gosto de tanta coisa em ti, até nem me importo que ressones... ao que parece que consigo dormir bem - talvez porque a teu lado me sinta mais segura, mais protegida... até pode surgir a maior catástrofe. Estou contigo. E se estou contigo, estou bem. Apareceste para me fazer feliz, para me mudares a vida... 

Tiras-me o fôlego e dás-me vida.
Obrigado J. - Por cada brincadeira, sorriso, parvoíce...
Amo-te.

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