September 09, 2010

Blind (to much)

Os dias vão passando, entrei em contagem decrescente para mil e uma coisas. O verão está nos seus últimos dias, não me apetecia que terminasse já. Precisava de acordar com mais dias cheios de sol, que me trouxessem coisas boas; incluindo a felicidade no meio. Não preciso de dias tristes, cheios de chuva e frios. Tão frios quanto tu. Refiro-me a ti, porque só podes ser frio. Frio e completamente cego. E tentas cegar-me infinitamente. Sem dó, nem piedade. Mas não vais fazê-lo por muito mais tempo. Não sei em pé está esta batalha, mas sei o que quero no fim. Vou parar com tudo isto. Vais deixar de ter o poder que tens. Posso parecer completamente cega, mas não sou. E cada vez sou menos. Vejo mais, sei mais, do que tu sabes; sei mais do que na verdade tu achas que sei. E garanto-te que isto nunca irás saber. Só se não fosses demasiado cego... Mas és. 

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