December 07, 2009

Questions

Tenho a cabeça cheia delas. Questões, perguntas, frases interrompidas, perguntas sem resposta, mil duvidas e mais uns quantos problemas. Porque é que teimo em matar a cabeça com pequenas «grandes» coisas? Porque sou parva. É a primeira resposta que consigo obter e que quero obter, porque é bem parte da verdade. De vez em quando (como agora) apetece-me enfiar a cabeça por entre uns quantos lençóis e mantas, ou talvez no meio de umas quantas almofadas. Quanto mais parece que recebo «respostas» mais elas me fogem, porque a «certeza» fica presa, fica sempre por descobrir. Estou cansada de não saber das coisas, de apenas julgar que, achar que, ter quase a certeza que... Nunca gostei das coisas feitas, realizadas, pensadas à base do quase. Nunca me achei pessoa que concordasse com isso, não iria ser agora que iria alterar isso. Preciso de ver uma luz, e de saber as coisas. Duma ponta à outra. Preciso de descobrir, preciso mesmo. As perguntas têm que dar lugar às respostas. As questões tem que dar lugar às certezas. Não vou cruzar os meus braços, mas vou esperar. Tenho que o fazer. Responde-me. Vá lá. 

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