December 28, 2009

Livres até querermos

Todos nós somos livres até assim o desejarmos. A liberdade é nossa até nós a quebrarmos. Até ao dia em que nos lembramos de arranjar um vicio, uma mania, ou um namorado. Não são eles que nos prendem, pelos menos não o conseguem fazer totalmente sozinhos. Nós temos culpas no cartório. Não vale a pena negar, não a vale a pena simplesmente. Nós podemos ser totalmente livres, até no amor. Mas será que é amor assim? Todos nós desejamos paz de espírito, um relacionamento bom, minimamente pacifico. Seria o melhor, o ideal para todos. Mas o amor não é construído com isso. Talvez seja iniciado com isso. Talvez vejamos na outra pessoa algo atractivo. Mas depois começamos a ver que as premissas que o amor trás consigo são um pouco mais duras. Não trás consigo a liberdade que deveria trazer. Ambos sabemos que a cumplicidade e tudo o que sentimentos. Faz com que não sejamos totalmente livres, e acreditem que se não fosse assim não era amor. Senão nenhum de nós queria estar com determinada pessoa. Mas devia-mo-nos controlar. Nem tanto ao mar, nem tanto a terra. Mas no amor não há meio termo. O próprio amor é o limite. E qual será o limite do amor? Eu não sei, e de certeza que ninguém vai descobrir.  

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